As Artes Marciais Mistas (freqüentemente sabidas sob seus acrônimos em inglês: MMA - "Mixed Martial Arts") são artes marciais que incluem tantos golpes e técnicas de luta no chão. As artes marciais misturadas podem ser praticadas como o esporte de contato em uma maneira regular ou em um torneio em que dois concorrentes tentam se derrotar. Usam uma escala grande de técnicas permitidas de artes marciais, como golpes com punhos, chutes, torçoes, quedas, lances e alavancas. Algumas organizações que organizam torneios de artes marciais misturadas são UFC (Ultimate Fighting Championship) e PRIDE. Em opinião popular, as frases "artes marciais misturadas" e "Vale-tudo" tem o mesmo significado.
O Vale-tudo começou na terceira década do século XX, quando Carlos Gracie convidou cada competidor de modalidades de luta diferentes. Isso era chamado de "Desafio do Gracie". Mais tarde, Hélio Gracie e a família Gracie mantiveram este desafio. No Japão, década de 80, Antonio Inoki organizou uma série de lutas de artes marciais misturadas. Eram as forças que produziram o Shootwrestling, e eles mais tarde causaram a formação uma das primeiras organizações japonesa de artes marciais misturadas, conhecida como Shooto. As artes marciais misturadas obtiveram grande popularidade nos Estados Unidos em 1993, quando Rorion Gracie e outros sócios criaram o primeiro torneio de UFC. Em 1997, no Japão, o interesse para este esporte resultou na criação do PRIDE Fighting Championships. Em 2001, o ex-empresário de boxe, Dana White convenceu os amigos de infância Lorenzo e Frank Fertitta, donos da rede de Cassinos Station, a comprarem o UFC.
A origem do Jiu-Jitsu se perde na noite dos tempos, acredita-se que no primeiro ataque ou defesa de um ser humano - estaria caracterizado - “A luta em si”. Evidentemente o instinto de ataque e defesa está latente no homem. A coordenação desta agressividade, sua estilização e o respeito às “Leis da Natureza”, resultam na criação das Artes Marciais que é uma ciência e estudo fundamentado na eficiência destes. Dentre as Artes Marciais, o Jiu-Jitsu é uma das mais sutis, considerando que nesta, o estudo da anatomia humana e seus pontos frágeis, o uso de alavancas, o princípio da física e flexibilidade harmonizados com a mente, resultam numa das mais requintadas artes. O Jiu-Jitsu tem como princípio básico utilizar o mínimo de força. Para um bom resultado, aproveita-se a força e fraqueza adversária.
Jiu-Jitsu
1º turma de Pretas
Equipe Feminina
Brasileiro 2008
Brasileiro 2007
O MESTRE DOS MESTRES
A incrível trajetória de Conde Koma.
O homem que trouxe o Jiu-Jitsu para o Brasil
“A postura desafiadora de Mitsuyo Maeda conflitava com os princípios da Kodokan, por isso ao ganhar notoriedade passou a classificar sua arte puramente como Jiu-Jitsu”
“Estima-se que Conde Koma tenha feito entre mil e duas mil lutas, enfrentando wrestlers, pugilistas e praticantes de outras lutas, sem perder um único combate”
Muita gente sabe que foi o paulista Charles Miller quem trouxe o futebol para o Brasil. Só não se consegue achar em nenhuma enciclopédia esportiva registro oficial ou relato de testemunhas que comprovem que Miller era um exímio praticante do esporte bretão.
O mesmo não se pode dizer daquele que trouxe o Jiu-Jitsu para as terras brasileiras. Conhecido por essas bandas pelo nome de Conde Koma, Mitsuyo Maeda beirava a perfeição quando o assunto era derrotar os outros em uma luta. Antes de desembarcar em terras tupiniquins em 1914, portanto há 90 anos. Mitsuyo Maeda desembarcou no Brasil, mais especificamente em Santos. Pouco ficou nada na cidade do litoral paulista, indo se fixar em Belém. Entre idas e vindas ao Reino Unido, Nova York e Cuba, Mitsuyo chegou usar o nome de Yamato Maeda. Yamato é um nome antigo de Japão, e usava este nome quando representava o país mundo afora. Mas foi na Espanha que passou a ser chamado de Conde Koma, nome da academia de judô que fundou na capital paraense e pelo qual ficou conhecido no Brasil. Em sua academia, Maeda ensinava Jiu-Jitsu como uma técnica de defesa pessoal para lutas de vale-tudo.
No início dos anos 20, o já famoso Conde Koma se envolveu na fracassada tentativa do império japonês de colonizar a Região Norte do Brasil. Acuado, foi ajudado por um homem com grande influência política chamado Gastão Gracie, cuja família havia imigrado da Escócia. A amizade entre os dois cresceu e certo dia Gastão fez uma oferta a Maeda: queria que ele ensinasse Jiu-Jitsu a seu filho Carlos.
Nascia o Brazilian Jiu-Jiutsu
Conde Koma morreu no dia 28 de novembro de 1941, aos 63 anos. Estima-se que ele tenha feito entre mil e duas mil lutas, enfrentando wrestlers, pugilistas e praticantes de outras lutas, sem perder um único combate. Muitos imigrantes japoneses e amigos brasileiros compareceram ao funeral para agradecer ao mestre que havia tocado suas vidas de maneira tão determinante. Desde aquele dia, Mituyo Maeda, ou simplesmente Conde Koma, descansa em paz no Cemitério de Belém, no Pará.
UM DISCIPULO DE SOBRENOME GRACIE
Da amizade entre Conde Koma e Gastão Gracie, em retribuição à acolhida no momento em que era grande a rejeição aos japoneses no Brasil, Koma passou a ensinar sua arte ao mais velho dos filhos de Gastão, Carlos. São poucas e conflitantes as informações a respeito deste período, mas o fato é que Carlos foi aluno de Koma por não menos do que dois anos e não mais do que quatro.
Durante este tempo, o japonês ensinou ao irmão de Helio os princípios fundamentais do Jiu-Jitsu, como o de utilizar a força do oponente como arma para a vitória, bem como técnicas eficientes para vencer em lutas de vale-tudo. Seu método de luta principal era usar chutes baixos e cotoveladas para se aproximar do adversário antes de levá-lo para o chão. Nos treinamentos, botou em prática o “randori”, treino à vera que havia sido banido por Jigoro Kano em suas aulas.
Anos depois, em 1925, Carlos Gracie abriu sua própria academia de Jiu-Jitsu. Para os seus alunos, passou ensinamentos e métodos desenvolvidos por ele próprio através dos anos. Enquanto isso, Maeda seguiu viajando pelo Brasil e pelo mundo. Ensinadas as técnicas básicas e a visão estratégica que um lutador necessita para vencer, não havia muito mais o que fazer. Estava passada aos Gracie a missão de desenvolver o Jiu-Jitsu. E assim aconteceu.
Submission
Terça / Quinta
16:00h as 17:00h
Sexta
18:30h as 20:00h
Obrigatório
Camisa / Bermuda / Protetor Bucal
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O Submission é o jiu-jítsu sem quimono, com variação na forma de se fazer as pegadas, também no Submission, um iniciante pode aplicar chaves de pé, de panturrilha, de tornozelo, essas técnicas no jiu-jítsu só podem ser aplicadas pelos faixas graduados de marrom para cima. O Submission é mais dinâmico que o jiu-jítsu, uma vez que o adversário não consegue "amarrar" a luta, o que acontece muito nas imobilizações do jiu-jítsu e Judô.O maior evento deste esporte é o ADCC SUBMISSION WRESTLING WORLD CHAMPIONSHIP, idealizado por um Sheik dos Emirados Árabes Unidos, que há alguns anos vem reunindo em seu Reino 80 Grappllers de todas as partes do mundo, com todas as despesas pagas e prêmios distribuídos entre os vencedores que ultrapassam os US$ 250.000,00.
Jigoro Kano, que era pequeno e fraco por natureza, começou a praticar o ju-jitsu aos 18 anos pelo propósito de não ser dominado por sua fraqueza física. Ele aprendeu atemi-waza (técnicas de percussão), e katame-waza (técnicas de domínio) do estilo ju-jitsu Tenjin-shin-yo Ryu e nague-waza (técnicas de arremesso) do estilo de ju-jitsu Kito Ryu. Baseado nestas técnicas ele aprofundou seus conhecimentos tomando como base a força e a racionalidade. Além disso, criou novas técnicas para o treinamento de esportes competitivos mas também pelo cultivo do caráter.Adicionando novos aspectos ao seu conhecimento do tradicional ju-jitsu o professor Kano fundou o Instituto Kodokan,com a educação física, a competição e o treinamento moral como seus objetivos. Com o estabelecimento do dojô Kodokan, em 1882, e com 9 alunos, Jigoro Kano começou seus ensinamentos do judô. O texto do estudioso japonês Yoshizo Matsumoto mostra os conceitos iniciais deste esporte e os seus objetivos.
Fundação do Instituto Kodokan
O prof. Kano estabeleceu o Instituto Kodokan em 1882, época em que o dojô (local de treino) tinha apenas 12 tatamis e o número de alunos era nove. O ju-jitsu foi substituído pelo judô pela razão de que enquanto "jitsu" significa técnica o "do" significa caminho, este último podendo ter dois significados: o de um caminho em que você anda e passa e o de uma maneira de viver. Como meio de ensino, no Kodokan, Jigoro Kano adotou o randori, kata e métodos catequéticos, adicionando educação física ao treinamento intelectual e à cultura moral. A harmonia desses três aspectos de educação constituem a educação ideal pela qual o judô será ensinado. Ao redor do ano 20 da era Meiji (1887), o judô tinha dominado o ju-jitsu, que foi varrido de vários países. O princípio do "JU", do judô, passou a significar o mesmo que na frase "gentileza é mais importante que obstinação".
Boa cultivação e uso da energia
O prof. Kano disse em 1910 que a teoria da cultivação da energia tratava de adotar um método para melhorar a habilidade mental e física pelo armazenamento de ambas quanto for possível. Ele disse que o seu bom uso é cultivar e usar a energia humana para o bem e que a teoria pode ser adquirí-la através do treinamento de judô, podendo ainda ser ampliada para todos os aspectos da vida. Antes de se expandir, o conceito de judô do professor veio a formar dois grandes guias: o melhor uso da energia individual e o bem estar mútuo. Com estes princípios o judô expandiu-se no próprio Japão e no exterior. Com esta base, o prof. Kano deixou como ensinamento que através do treinamento a pessoa deve se disciplinar, cultivar o seu corpo e espírito através das técnicas de ataque e defesa, fazendo engrandecer a essência do caminho. O melhor uso da energia e o bem estar mútuo são uma versão resumida dos ensinamentos de Jigoro Kano, que definiu como objetivo último do judô construir a perfeição de uma pessoa e beneficiar o mundo.
Um dos esportes mais antigos do mundo, remontando à época dos Jogos Pan-Helênicos (776 A.C.), as Olimpíadas realizadas quadrienal mente em Olímpia, Grécia.
Denominado em seus primórdios de pugilato, os seus lutadores usavam mãos envoltas em correias de couro e tinham os corpos inteiramente nus.
Os vencedores dos confrontos ganhavam uma coroa de oliveira selvagem e grande prestigio em toda Grécia antiga.
Com o declínio dos Jogos Pan-Helênicos, o pugilato viveu um período obscuro. Na Idade Média muito pouco se conhece, mas no final da Idade Moderna, o pugilato, agora já conhecido por boxe, era praticado pelos homens mais valentes das cidades européias e americanas que se digladiavam mostrando sua coragem, força e resistência física em troca de remuneração a qual poderia ser em moeda corrente ou mercadoria, esta última forma era a mais comum.
Não existia número máximo de rounds, os lutadores utilizavam mãos nuas e os combates eram desprovidos de quaisquer regras. A violência era a tônica e a vitória era dada àquele que resistia em pé enquanto seu adversário estava prostrado ao chão.
Entretanto o nobre inglês Marques de Queensbury, entusiasta do boxe resolveu dar-lhe determinadas regras tornando-o mais justo, equilibrado e menos violento. Esta é a razão do boxe ter a alcunha de Nobre Arte.
O uso de luvas, divisão de pesos, limitação de rounds, foram criados e então o boxe passou a ser considerado pelo mundo ocidental como um verdadeiro esporte. A primeira luta legalizada de boxe profissional ocorreu em 7 de fevereiro de 1882, nos Estados Unidos.
Em 1896, data dos primeiros Jogos Olímpicos do mundo moderno, o boxe foi incluído, tendo passado então a ser qualificado como Amador, surgindo assim o boxe amador, possuindo regras substancialmente diferentes daquelas do boxe profissional.
No Brasil, surgiu o interesse pelo boxe em 1918, quando alguns marinheiros franceses fizeram algumas exibições em São Paulo.
Estudiosos do boxe têm procurado ao longo dos anos inová-lo, tornando-o mais seguro para os seus praticantes, preservando a emoção que é peculiar tanto ao boxe amador quanto ao profissional.
O Jiu-jitsu é um luta cujo objetivo é forçar a desistência do adversário e para tal se utiliza de arremessos, imobilizações, desequilíbrios, estrangulamentos e chaves aplicadas às articulações do corpo. Um dos princípios do jiu-jítsu é utilizar golpes que constituem alavancas mecânicas e nesse sentido possibilitam que um indivíduo com menor força muscular consiga vencer um adversário mais forte, porém com menor habilidade nas execuções das técnicas. Assim, o presente estudo tem por objetivo avaliar a flexibilidade tóraco-lombar e de quadril em atletas de jiu-jítsu, procurando compreender o comportamento desta qualidade física nos atletas em questão e contribuir, então, para um melhor desenvolvimento da modalidade e dar subsídios aos preparadores físicos para a elaboração do programa de treinamento dos atletas. A flexibilidade pode ser conceituada como uma qualidade física responsável pela execução voluntária de um movimento de amplitude angular máxima, por uma articulação ou conjunto de articulações, dentro dos limites morfológicos, sem o risco de provocar lesão. Assim a flexibilidade é importante para o atleta melhorar a qualidade do movimento, para realizar habilidades atléticas com grandes amplitudes de movimento e reduzir os riscos de lesões músculo-articulares. Participaram do presente estudo 46 atletas de jiu-jítsu da região do Grande Rio - RJ, contactados na academia onde praticavam a modalidade, com idade variando de 16 a 39 anos (média de 19 anos), com tempo médio de prática da modalidade de 2,17 anos. Para mensuração da flexibilidade tóraco-lombar e quadril utilizou-se o método linear com o teste de sentar e alcançar. Os dados obtidos foram tratados no pacote estatístico SPSS 10.0 e BioEstat 3.0, utilizando-se a Correlação linear de Pearson entre o tempo de prática e a flexibilidade (r = 0,393 ; p = 0,008) e do Teste t de Student entre atletas iniciantes e avançados (t = -3,504 ; p = 0,001). Os resultados permitem concluir que a prática do jiu-jítsu propicia o aumento da flexibilidade tóraco-lombar e quadril, mostrando que este pode ser um importante componente no desenvolvimento e na performance de atletas de jiu-jítsu. Sugere-se, entretanto, que novas pesquisas sejam realizadas visando estabelecer a relação entre a flexibilidade e o desempenho competitivo no jiu-jítsu e, ainda, a determinação de um nível ótimo de flexibilidade que propicie a melhora da performance do atleta.
O jiu-jitsu é uma luta cujo objetivo é arremessar o adversário ao solo e dominá-lo através de técnicas de imobilização, estrangulamento ou chave articular. Nessa modalidade os atletas são subdivididos de acordo com a graduação e a massa corporal. Como o jiu-jitsu é pouco estudado do ponto de vista fisiológico, o objetivo desse estudo foi analisar a freqüência cardíaca (FC) e a força isométrica de preensão manual (FIPM) durante a luta, além de caracterizar os atletas quanto à composição corporal. Para isso, foi conduzida uma pesquisa descritiva com 22 atletas masculinos de jiu-jitsu que concordaram em participar desse estudo após leitura e assinatura de um termo de consentimento informado. Os atletas foram avaliados quanto às variáveis antropométricas, FIPM e 15 preensões para medida da FIPM (direita e esquerda) sem fadiga prévia, FC e FIPM a cada minuto durante uma luta de cinco minutos. A FC e a FIPM durante a luta foram comparadas através de uma ANOVA a um fator com medidas repetidas, seguida por teste de Bonferroni. A associação entre variáveis foi feita pelo teste de correlação de Pearson. A FC era menor (p < 0,05) no primeiro minuto (148+15 bpm) em relação ao terceiro (162+17 bpm), quarto (157+15 bpm) e quinto (166+16 bpm) minutos. As FCs no segundo (153+16 bpm) e quarto minutos também eram menores (p <0,05) que a do quinto minuto. A FIPM não diferia entre os períodos, porém em todos os momentos era inferior (85,2+8,6% do máximo) a FIPM sem fadiga prévia. A principal correlação encontrada foi entre a circunferência do antebraço e a FIPM direita (r = 0,71). Além disso, as 15 preensões para medida da FIPM podem ser utilizadas para predizer a FIPM média durante a luta.
As plantas apresentam diferentes tipos de armadilhas para capturar os animais (ascídias).
Os animais são capturados através de armadilhas activas (Dionea, Utricularia) ou passiva (Nepenthes, Drosera, Sarracenia) e depois digeridos com o auxílio de enzimas secretadas por glândulas especializadas.
Estas estruturas, que são folhas modificadas, permitem obter um suplemento de azoto necessário para a síntese de proteínas, já que as plantas carnívoras vivem, em geral, em solos pobres em azoto.